Terça-feira, Julho 28, 2009
Nobres é mais que bonito!
Sábado, Julho 25, 2009
Pantanal
Quinta-feira, Julho 23, 2009
Chapada dos Guimarães
Quarta-feira, Julho 22, 2009
Despejos, demolições, fascismo e racismo
Estados Unidos, União Européia e Rússia estão criticando a prática expansionista de Israel, que está despejando palestinos e demolindo suas casas em Jerusalém Oriental. Essa é a estratégia da direita israelense para atrapalhar os planos de paz que incluem o estabelecimento de parte de Jerusalém como capital do futuro estado palestino. Pelo jeito, Israel vai continuar não obedecendo à ONU e fazendo o que bem entende porque seus cidadãos têm muito dinheiro nos países que poderiam contrariar seu interesse expansionista.
Conforme a Folha de hoje, o chanceler israelense Avigdor Liberman, que é líder de um partido de extrema direita, está hoje em São Paulo e evita locais públicos. Esse indivíduo defende que os árabes israelenses assinem um contrato de lealdade ao Estado judaico. Então deve ter razão o Valter Pomar, secretário para relações internacionais do PT, que chamou o chanceler de fascista e racista. Pode até se discutir a forma, isto é, talvez ele devesse ter sido mais diplomático. Mas o conteúdo do que disse me parece inquestionável.
A visita do chanceler tem o objetivo de se opor à influência do Irã nessa região. Será que ele vai explicar por que Israel pode ter tecnologia nuclear e o Irã não pode?
Conforme a Folha de hoje, o chanceler israelense Avigdor Liberman, que é líder de um partido de extrema direita, está hoje em São Paulo e evita locais públicos. Esse indivíduo defende que os árabes israelenses assinem um contrato de lealdade ao Estado judaico. Então deve ter razão o Valter Pomar, secretário para relações internacionais do PT, que chamou o chanceler de fascista e racista. Pode até se discutir a forma, isto é, talvez ele devesse ter sido mais diplomático. Mas o conteúdo do que disse me parece inquestionável.
A visita do chanceler tem o objetivo de se opor à influência do Irã nessa região. Será que ele vai explicar por que Israel pode ter tecnologia nuclear e o Irã não pode?
Segunda-feira, Julho 20, 2009
A Primeira Alunissagem
Já que hoje é dia de comemorar a primeira alunissagem, para falar a verdade, este é o primeiro filme de ficção científica sobre o assunto, realizado por Georges Méliès em 1902, adaptando o famoso romance "Da Terra à Lua" (De la Terre à la Lune, 1865) de Júlio Verne. Pegue o e-book no Virtual Books ou veja o filme no YouTube:
Este é o filme que recomendo sobre alunissagens, porque afinal de contas a primeira alunissagem a gente nunca esquece.
Este é o filme que recomendo sobre alunissagens, porque afinal de contas a primeira alunissagem a gente nunca esquece.
Sexta-feira, Julho 17, 2009
Vlad, o Príncipe Empalador
"Nosferatu" (Nosferatu, eine Symphonie des Grauens, 1922, F.W. Murnau) talvez seja o filme mais antigo sobre vampiros. É mudo e em preto e branco mas, para mim, é o melhor de todos até hoje. O filme tem roteiro de Henrik Galeen e não faz menção ao autor do romance "Dracula", Bram Stoker. Por isso, a viúva de Stoker processou os realizadores do filme, e as autoridades alemãs ordenaram a destruição de todas as suas cópias. Por sorte, intencionalmente nem todas as cópias foram apagadas (...).
A seguir, cito outros filmes de vampiros, em ordem cronológica e, coincidentemente, em ordem (decrescente) de qualidade:
"Drácula"(Dracula, 1931), dirigido por Tod Browning, com Bela Lugosi interpretando o Conde Drácula.
"Drácula"(Dracula, 1958), dirigido por Terence Fisher, com Christopher Lee interpretando o Conde Drácula e Peter Cushing como o Doutor Van Helsing.
"Nosferatu - o Vampiro da Noite"(Nosferatu: Phantom der Nacht, 1979), dirigido por Werner Herzog, com Klaus Kinski interpretando o Conde Drácula.
"Drácula de Bram Stoker"(Dracula, 1992), dirigido por Francis Ford Coppola, com Gary Oldman interpretando Drácula e Anthony Hopkins como o Doutor Van Helsing.
Existem muitos filmes de vampiros, mas estes são os que eu recomendo.
Em tempo: eu acredito em vampiros. Agora mesmo pode haver algum lhe sugando, sem você perceber. ;-)
A seguir, cito outros filmes de vampiros, em ordem cronológica e, coincidentemente, em ordem (decrescente) de qualidade:
"Drácula"(Dracula, 1931), dirigido por Tod Browning, com Bela Lugosi interpretando o Conde Drácula.
"Drácula"(Dracula, 1958), dirigido por Terence Fisher, com Christopher Lee interpretando o Conde Drácula e Peter Cushing como o Doutor Van Helsing.
"Nosferatu - o Vampiro da Noite"(Nosferatu: Phantom der Nacht, 1979), dirigido por Werner Herzog, com Klaus Kinski interpretando o Conde Drácula.
"Drácula de Bram Stoker"(Dracula, 1992), dirigido por Francis Ford Coppola, com Gary Oldman interpretando Drácula e Anthony Hopkins como o Doutor Van Helsing.
Existem muitos filmes de vampiros, mas estes são os que eu recomendo.
Em tempo: eu acredito em vampiros. Agora mesmo pode haver algum lhe sugando, sem você perceber. ;-)
Acredite se quiser
Segundo a Folha de hoje, a Nasa apagou "sem querer" fitas originais da ida à Lua. Incrível. Ou será crível? Faça a sua escolha. Há algum tempo, comentei com amigos que não acredito que houve de fato o tal pouso lunar em 20 de julho de 1969. Alguns, não lembro se todos, me olharam com um ar de reprovação como se eu tivesse cometido um sacrilégio. Quer saber? Deixei para lá. Não vale a pena se indispor com as pessoas por razões de credo, principalmente político, filosófico ou religioso, como dizia meu pai. Não vou debater aqui as razões de minha profanação. Só lembro que o ano era 1969, ou seja, há 40 anos, em meio à Guerra Fria, à corrida armamentista e astronáutica, quando era muito impopular a participação americana na Guerra do Vietnã. A seguir deixo dois links que tratam desta discussão:
A Fraude do Século, e
Show da Lua.
Ó inquisitor, por favor não me recrimine, porque eu acredito, sim, nas estórias da Carochinha.
A Fraude do Século, e
Show da Lua.
Ó inquisitor, por favor não me recrimine, porque eu acredito, sim, nas estórias da Carochinha.
Terça-feira, Julho 14, 2009
Ler ou não ler: eis a questão
Outro dia abordei a questão da leitura e da escrita. Hoje o editorial da Folha comenta sobre o analfabetismo infantil, lembrando que, segundo o IBGE, 11,5% das crianças de oito e nove anos são analfabetas no Brasil. É alarmante. Mas existem boas iniciativas nessa área, como o movimento Todos Pela Educação. E também foi motivo de celebração o balanço positivo da FLIP, realizada na primeira semana deste mês. Vale a pena refletir sobre o assunto. Vale também lembrar Mário Quintana e Bertold Brecht que, respectivamente, disseram o seguinte:
O pior analfabeto é aquele que aprendeu a ler e não lê.
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
O pior analfabeto é aquele que aprendeu a ler e não lê.
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
Segunda-feira, Julho 13, 2009
Carrancas
Terça-feira, Julho 07, 2009
O Acossado

Em 1958 a jornalista Françoise Giroud publicou um ensaio chamado La Nouvelle Vague (A Nova Onda), sobre a juventude da época, que acabou qualificando o estilo dos novos cineastas franceses, colaboradores da revista "Cahiers du Cinéma" e da Rive Gauche parisiense, sendo os mais importantes:
- Alain Resnais
- Nuit et brouillard, 1955 (Night and Fog ou Noite e Neblina)
- Hiroshima mon amour, 1959
- L'année dernière à Marienbad, 1961 (Last Year at Marienbad ou O Ano Passado em Marienbad)
- Nuit et brouillard, 1955 (Night and Fog ou Noite e Neblina)
- François Truffaut
- Les quatre cents coups, 1959 (The 400 Blows ou Os Incompreendidos)
- Jules et Jim, 1962 (Jules and Jim ou Jules e Jim)
- La nuit américaine, 1973 (Day for night ou A Noite Americana)
- Les quatre cents coups, 1959 (The 400 Blows ou Os Incompreendidos)
- Jean-Luc Godard
- À bout de souffle, 1960 (Breathless ou Acossado)
- Vivre sa vie: film en douze tableaux, 1962 (My life to live ou Viver a vida)
- Bande à part, 1964 (Band of outsiders)
- À bout de souffle, 1960 (Breathless ou Acossado)
A Nouvelle Vague foi influenciada pelo Neorealismo italiano, dos mestres Rossellini, De Sica, Visconti e Fellini. E certamente influenciou o nosso Cinema Novo, o cinema de "uma câmera na mão e uma idéia na cabeça", de Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos, Cacá Diegues e Joaquim Pedro de Andrade.
Achei necessária a introdução acima para dizer que vi "O Acossado", do Godard, e acabei por acaso comemorando os 50 anos dessa revolução cinematográfica. Não sou especialista no tema, mas gosto muito de relacionar o filme ao contexto em que foi engendrado, e isto ajuda muito a entendê-lo e apreciar suas qualidades. Se alguém assistí-lo hoje, sem saber que é um dos melhores representantes da Nouvelle Vague, então talvez não o entenda e não goste dele. Por isso, só posso recomendá-lo aos cinéfilos, iniciados.
Sinopse: Michel Poiccard (Jean-Paul Belmondo), que rouba carros para revendê-los em Paris, mata um policial e precisa juntar dinheiro para fugir. Porém, ele se apaixona por Patricia Franchini (Jean Seberg), uma jovem americana que vende jornais nas ruas de Champs Elysées. Ela, avisada pela polícia, tem que decidir se estuda jornalismo na França ou se vai com o namorado para a Itália. Veja a foto acima.
Sexta-feira, Julho 03, 2009
Cine Majestic
A Fox reprisou hoje "Cine Majestic" (The Majestic, 2001, Frank Darabont). Para quem não lembra, Darabont dirigiu os excelentes "Um Sonho de Liberdade" (The Shawshank Redemption, 1994) e "À Espera de um Milagre" (The Green Mile, 1999), cujos roteiros também escreveu baseado em contos de Stephen King. Não chega a ser uma obra-prima como aquelas, mas é um filme interessante pelo argumento e pela atuação diferente e competente do Jim Carrey. O filme não tem nada de blockbuster - efeitos especiais, velocidade, violência, sexo. Conta a estória do roteirista Peter Appleton (Jim Carrey) que, depois de ser colocado na lista negra de Hollywood pelo comitê macartista, sofre um acidente, perde a memória e é confundido com um soldado desaparecido na Segunda Guerra Mundial. Acredite-me: Jim Carrey está ótimo e não faz sequer uma careta em todo o filme! É um drama sobre os anos 50, mas ainda infelizmente muito atual, já que retrata a intolerância que persegue as pessoas que têm opiniões próprias e não se curvam a nenhuma forma de poder coercitivo. Recomendo. Ah, não deixe de providenciar um lencinho, ou óculos escuros.
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