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Mostrando postagens de Agosto, 2011

A Corrupção e o Complexo de Vira-Lata

Hoje em dia o assunto “corrupção” volta a ficar na moda. Para quem se “informa” apenas pela mídia golpista, dá a impressão de que a corrupção nunca antes existiu no Brasil e apenas começou em 2002 com o governo Lula. Aliás, a mídia, que apoiou o regime militar, deixou bem claro seu golpismo durante o governo Collor, quando conseguiu afastar o presidente eleito através do impeachment de 1992. A Veja e a Folha comandaram a campanha contra Collor. Na época, a Folha apresentava o slogan: “A Folha não chuta cachorro morto” para dar a impressão de que não tinha nada a ver com o que aconteceu. Depois, no governo Lula, a mídia golpista (Veja, Folha, Estado, Globo) assumiu o papel de partido de oposição, já que a oposição se tornou uma nau sem rumo, sem proposta, sem projeto, totalmente derrotada e perdida. Hoje, passada a chamada lua-de-mel, a mídia golpista já começou a trabalhar na campanha eleitoral da direita com vistas a 2014, passando pelas eleições municipais do ano que vem. Ness…

Lone Scherfig

Ela é a dinamarquesa que dirigiu até o momento sete filmes, dos quais destaco três:
Italiano Para Principiantes (Italiensk for begyndere, 2000), comédia romântica pertencente ao Dogma 95 – movimento cinematográfico de vanguarda lançado em 1995 pelos diretores Thomas Vinterberg (de “Festa de Família”, primeiro filme do movimento) e Lars von Trier (de “Dogville”).
Meu Irmão Quer Se Matar (Wilbur Wants to Kill Himself, 2002), exibido na última Mostra Internacional de Cinema, e reprisado recentemente pela TV Cultura.
Educação (An Education, 2009), cujo roteiro de Nick Hornby (de “Alta Fidelidade”, 2000) foi baseado nas memórias de uma jornalista britânica (Lynn Barber).
São filmes que abordam comportamentos e relacionamentos em detalhes, que são realistas sem ser pesados, mas sensíveis e bem humorados. É o moderno cinema europeu, que recomendo muitíssimo.

Spam, ainda!

A Internet ainda é adolescente no Brasil, com seus 15 ou 16 anos. Talvez por isso muitos internautas ainda não adquiriram a maturidade digital. Ainda hoje recebo spams de todo o tipo. São apresentações em PowerPoint sobre diversos temas, desde pornografia até textos de auto-ajuda e religiosidade, campanhas difamatórias, estórias de conspiração, “dicas” e lendas urbanas, phishing e toda sorte de fraudes e contra-informação. Mesmo com as chamadas redes sociais ou de relacionamento, talvez mais adequadas para a troca desses lixos, muita gente ainda se ocupa em repassar spam a torto e a direito sem questionar nem por um segundo a procedência daquele entulho inútil.
Outro dia recebi um spam que detalhava um novo tipo de radar e sua localização em diversas ruas e avenidas. Nem acabei de ler e já o marquei como spam e o deletei. È o tipo de “informação” que, para mim, além de não solicitada, é inútil. E por uma razão muito simples. Não preciso saber onde tem e onde não tem radar. Ba…