sábado, maio 31, 2014

Nossa querida Itália

Há muita gente desinformada ou com complexo de vira-lata acreditando que tudo o que é estrangeiro, principalmente do chamado primeiro mundo, é melhor, e aqui tudo é ruim, pior.  Inocentes!
Veja, com o perdão da palavra, essa notícia, que vai ser a bobagem da semana, do mês, ou certamente do ano:
Como paulistano, reconheço a influência italiana aqui, no sudeste e no sul do país.  Houve muitas boas contribuições à nossa cultura, a começar pela gastronomia e pela nossa pizza de todos os sábados e pela macarronada da Mama todo domingo. Como cinéfilo, aprendi a amar o neorealismo, o spaghetti western e as obras-primas de Federico Fellini e Bernardo Bertolucci.
Depois dos anarquistas e anarcossindicalistas, não apenas italianos como Sacco e Vanzetti, outros vieram e trouxeram para a América novas práticas e ideologias diferentes, como as
e o
Os vínculos acima são apenas exemplos de referências à máfia e ao fascismo, contribuições ao mundo de nossa querida Itália.
Para falar a verdade, nós somos mais parecidos com os italianos do que com os portugueses que nos descobriram e exploraram, até no índice de percepção da corrupção, como demonstra a Transparency.org.

quarta-feira, maio 21, 2014

The Walking Dead

Há muita gente que acredita em tudo o que ouve e, por isso, vira mula que transporta desinformação, contrainformação, boatos.  Essas pessoas não pensam nem um segundo antes de passar adiante o que recebem.  Faltam-lhes pensamento e senso críticos.  São vaquinhas de presépio, marias-vão-com-as-outras, zumbis, walking dead, massa de manobra. 

Muitos, inclusive formadores de opinião, disseminam tudo o que encontram no Facebook.  A coisa lá funciona assim: de forma oportunista, aproveitando-se de uma dada circunstância, paixão ou emoção, alguém mal intencionado inventa uma mentira e passa adiante.  As pessoas curtem e compartilham, num efeito manada.  Não pensam, não verificam a fonte, sua história, sua credibilidade.  Simplesmente disseminam o que recebem.  É uma hipnose, uma catarse.  São pessoas suscetíveis a manipulação, seja por que são ignorantes, desinformadas, mal informadas, eventualmente até idiotas, quando não mentirosas e que se identificam com o autor do boato. Geralmente o boato é apócrifo porque o autor não pode aparecer, é mascarado por covardia ou vilania. 
A direita está desesperada para voltar ao centro do poder na maioria dos países da América Latina e para isto não mede esforços ou recursos.  Há muito interesse em jogo.  Muito dinheiro.  Como a direita não tem voto, conta com o caos, a comoção popular.  Despeja muito dinheiro na mídia, tanto na tradicional (rádio, TV, revista, jornal) como na nova (redes sociais, aplicativos para celulares etc.).  Preste atenção na Jovem Pan AM, no SBT, na revista Veja e no conglomerado Globo – estes formam o comando do estado maior da direita golpista.  Os canais que disseminam o ódio têm recebido muito investimento, como é o caso do TV Revolta (do YouTube e do Facebook).  Esses invasores de mentes disfarçam, mas não conseguem enganar todo mundo o tempo todo. Basta observar que no linguajar deles há ódio, baixaria, preconceito, calúnia, difamação.  É só prestar atenção.  Infelizmente esse discurso agrada a um segmento da sociedade composto por hipócritas, cínicos, ignorantes, falsos democratas e falsos cristãos. 
Uma mentira contada muitas vezes acaba sendo aceita como verdade.  Mas no final das contas, a gente fica sabendo quem é quem, graças à liberdade de expressão.  E, com a Internet, a gente pode trocar de canal, de jornal.  A boa nova é que eles não conseguem comprar todos os corações e mentes.  Os cães latem, e a caravana passa. 

sábado, maio 17, 2014

Entrada e saída simples em modo gráfico com Visual C#

Veja a seguir o mesmo aplicativo mostrado anteriormente em Visual Basic 6 e em Visual Basic 2012, mas agora em Visual C# 2012.

using System;
using System.Collections.Generic;
using System.ComponentModel;
using System.Data;
using System.Drawing;
using System.Linq;
using System.Text;
using System.Threading.Tasks;
using System.Windows.Forms;


namespace IO2
{
    public partial class frmIO : Form
    {
        public frmIO()
        {
            InitializeComponent();
        }

        private void Form1_Load(object sender, EventArgs e) {}

        private void cmdEntrar_Click(object sender, EventArgs e)
        {
            lblSaida.Text = txtNome.Text + txtSobreNome.Text;
            txtSaida.Text = txtNome.Text + txtSobreNome.Text;
        }

        private void cmdConcatenar_Click(object sender, EventArgs e)
        {
            lblSaida.Text = txtNome.Text + " " + txtSobreNome.Text;
            txtSaida.Text = txtNome.Text + " " + txtSobreNome.Text;
        }

        private void cmdLimpar_Click(object sender, EventArgs e)
        {
            txtNome.Clear();
            txtSobreNome.Clear();
            lblSaida.Text = "";
            txtSaida.Clear();
            txtNome.Focus();
        }

        private void cmdSair_Click(object sender, EventArgs e)
        {
            Close();
        }
    }
}

Deixe de lado por enquanto as cláusulas using, o comando namespace e os trechos iniciados por public.
A aplicação basicamente lida com o evento de se clicar os botões EntrarConcatenarLimpar e Sair.
No Visual Basic o código fica entre Sub e End Sub, e não é necessário colocar nenhum argumento dentro dos parênteses do método Click dos botões.
No Visual Basic 2012 é necessário incluir "sender As Object, e As EventArgs" entre os parênteses, e completar com "Handles" seguido do nome do método a ser lidado, o que parece redundante.
Já em Visual C# o código fica entre chaves {} e as instruções devem terminar com ponto e vírgula.  Os argumentos do método Click, sender e e, devem estar declarados.

domingo, maio 11, 2014

Rinconcito Peruano

No coração da antiga Boca do Lixo, que foi polo do nosso cinema desde os anos 20 até os anos 70, hoje chamada de Cracolância, a Rua Aurora ainda nos traz algumas boas surpresas.  Uma delas é o Rinconcito Peruano, um restaurante simples, bom e barato.  Não vou me estender falando da culinária, mas recomendo a visita à página deles no Facebook.
Vale a pena almoçar lá.  Mas não leve nenhum coxinha criado com a avó ou que adore viajar a Patópolis para brincar e trazer malas cheias de espelhinhos, bugigangas e quinquilharias. À noite não se recomenda ir lá, a não ser de taxi.  Mas durante o dia é tranquilo.  Apesar da impressão de abandono e degradação, muita gente trabalha nessa região.  E a vizinha rua Santa Ifigênia e arredores, com um comércio vigoroso de materiais elétricos, eletrônicos e de informática, atrai muitos compradores e turistas.  A menos de 1 km dali, quatro quadras ou uns dez minutos a pé, fica o jornalismo de esgoto da Folha de S.Paulo.  E também a Estação e Parque da Luz, com o ótimo Museu da Língua Portuguesa, a Pinacoteca, o antigo DEOPS e hoje Memorial da Resistência, a Sala São Paulo e a Estação Júlio Prestes.

domingo, maio 04, 2014

Audrey Hepburn

Hoje o Google faz uma simpática homenagem à atriz belga, que faria seu 85º aniversário se não tivesse nos deixado há 21 anos.  Apesar do pai dela ter sido simpatizante do nazismo, ainda menina ela teria trabalhado na Resistência, quando morava na Holanda ocupada pela ditadura nazista.  Que sorte ela teve por não ser considerada terrorista pelos alienados! O fato é que naquela época ela passou fome, chegando a comer tulipa e até grama, o que explica de certo modo sua magreza, fragilidade e mesmo os diversos abortos que ela teve, além da morte relativamente precoce aos 63 anos.
Os melhores filmes estrelados por ela foram:
  • O Mistério da Torre (The Lavender Hill Mob, 1951, Charles Crichton)
  • A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday, 1953, William Wyler)
  • Sabrina (1954, Billy Wilder)
  • Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany's, 1961, Blake Edwards)
  • Infâmia (The Children's Hour, 1961, William Wyler)
  • Charada (Charade, 1963, Stanley Donen)
  • Minha Bela Dama (My Fair Lady, 1964, George Cukor)
  • Um Clarão nas Trevas (Wait Until Dark, 1967, Terence Young)
O meu preferido é Charada, uma estória romântica com mistério e suspense ambientada em Paris, considerado "o melhor filme de Hitchcock que Hitchcock nunca fez".  Ainda mais que ela atua ao lado do Cary Grant.  Grant só foi melhor mesmo quando trabalhou com o mestre do suspense em "Intriga Internacional" (North by Northwest, 1959).

Entrada e saída simples em modo gráfico com Visual Basic 6

O mesmo exercício anterior foi feito também em Visual Basic 6 e, da mesma forma, ilustra uma aplicação cuja janela é um formulário simples contendo os controles moldura, rótulo, caixa de texto e botão.  Clicar o botão é o evento que orienta esta aplicação.  O texto digitado nas caixas de texto é mostrado em um rótulo e em uma caixa de texto desabilitada, após o pressionamento dos botões “Entrar” e “Concatenar”.  Os outros dois botões têm ações óbvias.
Veja a seguir ilustração da aplicação em tempo de execução e seu respectivo código.
Observe que o Visual Basic 6 ainda é muito usado, apesar de ser de 1998 e ter muitas diferenças em relação às versões .NET mais recentes.
A propriedade Caption, legenda, tanto do rótulo como do formulário, agora é Text.  A moldura (Frame) também tinha essa propriedade, não mais presente no painel (Panel).  Observe que os painéis utilizados no exemplo anterior não têm legenda.  Talvez tivesse sido melhor utilizar uma caixa de grupo (GroupBox).
O método Clear não existia para os controles caixa de texto (TextBox) e rótulo (Label).
A referência ao método SetFocus não precisava incluir os parênteses ().

sexta-feira, maio 02, 2014

Linguagens de programação - entrada e saída simples em modo gráfico com Visual Basic 2012


O exercício a seguir ilustra uma aplicação cuja janela é um formulário simples contendo os controles painel, rótulo, caixa de texto e botão.  Clicar o botão é o evento que orienta esta aplicação.  O texto digitado nas caixas de texto é mostrado em um rótulo e em uma caixa de texto desabilitada, após o pressionamento dos botões “Entrar” e “Concatenar”.  Os outros dois botões têm ações óbvias.
Veja a seguir ilustrações da aplicação em tempo de execução e seu respectivo código.

No próximo post veremos o mesmo exemplo feito em Visual Basic 6, quando as diferenças serão comentadas.

Mídia golpista hoje

Domingo é dia de folhear os jornalões e tentar entender o que a máfia dos barões da mídia está querendo que a gente acredite. O Globo, en...