domingo, abril 25, 2004

o Pasquim


Sexta revi uns amigos "tinteiros" no Bar do Juarez. Ontem vi o Oscar de melhor filme estrangeiro de 2003, Lugar Nenhum na Africa. Hoje é que fui ler o exemplar d'o Pasquim que ganhei na Feira Bienal do Livro, que comemora os 40 anos do golpe, e que agora se chama "o Pasquim 21" e sai todo sábado nas bancas. Mas por quê "21"? Deve ser menção aos 21 anos da ditadura e, por falar na dita cuja, eis alguns links para quem quer saber mais a respeito, graças à Folha de S.Paulo:
40 anos
Comício das Reformas
Anistia
Diretas
Tortura
Tem mais. Mas vamos deixar para depois. Senão, perde-se a fome.

domingo, abril 18, 2004

Programa de domingo


1) Ir à Feira do Livro pela manhã. Não se assuste, mas a fila de carros já começa no início da Imigrantes. Não vi como estava a entrada pela Miguel Stefano. Pensei que ia demorar para entrar, mas até que a fila andou rápido e havia bastante vaga no estacionamento (R$ 12,00). Depois, não houve espera para ingressar (mais R$ 8,00). Impressões que ficaram: 1) o paulista não vive sem carro. 2) o paulista está lendo pouco - acho que a feira poderia ser bem maior, levando-se em conta que esta é a 18a. e já tem 34 anos.

2) Ver o São Caetano ser campeão paulista, pela TV. É o meu segundo time. Mereceu. Mas não gostei nadinha da surra que deu em meu Santos nas semi-finais. Tudo bem, acontece.

3) Assistir Lisbela e o Prisioneiro, do Guel Arraes, com o Selton Mello, a Débora Falabella e o Marco Nanini. De fato, é a revitalização do cinema brasileiro, após um longo período de trevas.