terça-feira, julho 14, 2009

Ler ou não ler: eis a questão

Outro dia abordei a questão da leitura e da escrita. Hoje o editorial da Folha comenta sobre o analfabetismo infantil, lembrando que, segundo o IBGE, 11,5% das crianças de oito e nove anos são analfabetas no Brasil. É alarmante. Mas existem boas iniciativas nessa área, como o movimento Todos Pela Educação. E também foi motivo de celebração o balanço positivo da FLIP, realizada na primeira semana deste mês. Vale a pena refletir sobre o assunto. Vale também lembrar Mário Quintana e Bertold Brecht que, respectivamente, disseram o seguinte:
O pior analfabeto é aquele que aprendeu a ler e não lê.
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.

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