Santos, de novo

Domingo passado fui de novo para Santos. Não para as praias, que estavam lotadas. Mas para conhecer um pouco mais da cidade. Anteriormente conheci o Monte Serrat, a Bolsa do Café e o Museu da Pesca, além de revisitar o Aquário Municipal, que foi ampliado. Dessa vez, dei uma volta pelo centro histórico no bondinho que sai da Praça Mauá. Visitei o Palácio José Bonifácio, que abriga a Prefeitura e a Câmara. De lá fui para o Teatro Coliseu, totalmente restaurado, e de onde tirei essa foto aí da Igreja da Matriz. E para completar, como um bom santista (de torcida, não de nascimento), fui à Vila Belmiro. Visitei a sala de troféus, a sala de imprensa, e fui para o gramado do Estádio Urbano Caldeira através do túnel que sai do vestiário. Mesmo para outras torcidas, vale a pena ler, ver e ouvir um pouco da história do Pelé e de outros craques do passado. Lá, lembrei o que meu pai tinha me contado uma vez: a Nigéria e a Biafra interromperam uma guerra sangrenta por três dias em janeiro de 1969 para que o povo pudesse ir ver o Santos de Pelé jogar.

Comentários