Hellboy
Ontem vi na HBO um filme de super-herói, baseado em histórias em quadrinhos. Foi "Hellboy" (Hellboy, 2004, Guillermo del Toro). O protagonista é um diabinho produzido com magia negra pelos nazistas, resgatado pelos aliados, que cresce e se torna um super-herói. Apesar das constantes batalhas entre os bons e os maus, os mocinhos e os vilões, fórmula já superexplorada, o filme é divertido. Seu ponto forte está no comportamento rebelde e no humor irreverente do herói. Hellboy (Ron Perlman) tem o corpo vermelho, a mão direita feita de pedra, um rabo longo, e chifres que ele apara diariamente como se estivesse fazendo a barba. E morre de ciúmes da namorada, Liz (Selma Blair), que tem poderes "pirocinéticos", lembrando bastante os X-Men. Mas o que gostei mesmo foi o que disse o narrador no final:
"What makes a man a Man? A friend of mine once wondered.
Is it his origins? The way he comes to life? I don't think so.
It's the choices he makes. Not how he starts things, but how he decides to end them".
A tradução ficou mais ou menos assim:
"O que determina o caráter de um homem? Um amigo me perguntou. São suas origens? A forma como ele nasce? Não acredito nisso. São as escolhas que ele faz. Não como ele começa as coisas, mas como ele decide terminá-las".

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