Olimpíadas de Tóquio 2020
Foi bonita a festa, pá. Fiquei contente.
Terminaram as olimpíadas. Mesmo com os cortes de verbas promovidos pelo governo miliciano, conseguimos nossa melhor colocação em uma olimpíada, considerando inclusive o total de 21 medalhas já que repetimos o número de ouros conquistados no Rio em 2016. Veja na tabela seguinte nossa posição nas últimas edições dos jogos, em comparação com os países mais vitoriosos das Américas (exceto EUA) e da América Latina.
Destaques negativos:
- Apesar da conquista do ouro olímpico, lamentável foi a atitude dos atletas da CBF, 'desconexos e alienados' no pódio, ao usar o agasalho do COB na cintura.
- Baixo e impróprio foi o comentário sobre a modalidade atlética de arremesso de peso feito por Adrilles Jorge, bolsonarista da Jovem Pan, a emissora de rádio sonegadora e golpista que usa uma concessão pública para fazer militância de extrema direita, nazifascista e miliciana.
Destaques positivos:
- A maioria de nossos medalhistas dourados é de origem nordestina e humilde. Só os baianos conquistaram 3 ouros e 1 prata. Incluindo o potiguar Ítalo Ferreira, são 4 ouros, sem contar o ouro do futebol com o baiano Daniel Alves, o pernambucano Nino e os paraibanos Santos e Mateus Cunha. E a melhor surpresa: Rebeca Andrade, de Guarulhos, filha de mãe solo empregada doméstica com sete filhos.
- Atletas da Itália e do Catar aceitaram compartilhar o ouro no salto em altura, o que não se via há 109 anos, fora a alegria maluca do italiano abraçando o catari.
- Imigrantes conquistaram diversas medalhas para os países ricos como, por exemplo, os somalis que representaram a Holanda e a Bélgica na maratona.
O lema "mais alto, mais rápido, mais forte - juntos" é inclusivo, includente, e deixa claro que tudo o que é feito em equipe é muito melhor do que o que é feito individualmente.

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