Tô Voltando!
- Salve!
- Como é que vai?
- Amigo, há quanto tempo!
- Um ano ou mais (555 dias!)
- Posso sentar um pouco?
- Faça o favor
- A vida é um dilema
- Nem sempre vale a pena
- Pô...
- O que é que há?
- Ela (não é a Solange) acabou comigo
- Meu Deus, por quê?
- Nem Deus sabe o motivo
- Deus é bom
- Mas não foi bom pra mim
- Todo amor um dia chega ao fim
- Triste
- É sempre assim
- Eu desejava um trago
- Garçom, mais dois
- Não sei quando eu lhe pago
- Se vê depois
- Estou empregado (em quarentena)
- Você está mais velho
- É
- Vida ruim
- Você está bem disposto
- Também sofri
- Mas não se vê no rosto
- Pode ser
- Você foi mais feliz
- Dei mais sorte com a Beatriz
- Pois é
- Vivo bem
- Pra frente é que se anda
- Você se lembra dela?
- Não
- Lhe apresentei
- Minha memória é fogo!
- E o l´argent?
- Defendo algum no jogo (só no PlayStation)
- E amanhã?
- Que bom se eu morresse!
- Pra quê, rapaz?
- Talvez ela (não é a Solange) sofresse
- Vá atrás!
- Na morte a gente esquece
- Mas no amor a gente fica em paz
- Adeus
- Toma mais um
- Já amolei bastante
- De jeito algum!
- Muito obrigado, amigo
- Não tem de quê
- Por você ter me ouvido
- Amigo é pra essas coisas
- Tá
- Tome um Cabral
- Sua amizade basta
- Pode faltar
- O apreço não tem preço, eu vivo ao Deus dará.
- Como é que vai?
- Amigo, há quanto tempo!
- Um ano ou mais (555 dias!)
- Posso sentar um pouco?
- Faça o favor
- A vida é um dilema
- Nem sempre vale a pena
- Pô...
- O que é que há?
- Ela (não é a Solange) acabou comigo
- Meu Deus, por quê?
- Nem Deus sabe o motivo
- Deus é bom
- Mas não foi bom pra mim
- Todo amor um dia chega ao fim
- Triste
- É sempre assim
- Eu desejava um trago
- Garçom, mais dois
- Não sei quando eu lhe pago
- Se vê depois
- Estou empregado (em quarentena)
- Você está mais velho
- É
- Vida ruim
- Você está bem disposto
- Também sofri
- Mas não se vê no rosto
- Pode ser
- Você foi mais feliz
- Dei mais sorte com a Beatriz
- Pois é
- Vivo bem
- Pra frente é que se anda
- Você se lembra dela?
- Não
- Lhe apresentei
- Minha memória é fogo!
- E o l´argent?
- Defendo algum no jogo (só no PlayStation)
- E amanhã?
- Que bom se eu morresse!
- Pra quê, rapaz?
- Talvez ela (não é a Solange) sofresse
- Vá atrás!
- Na morte a gente esquece
- Mas no amor a gente fica em paz
- Adeus
- Toma mais um
- Já amolei bastante
- De jeito algum!
- Muito obrigado, amigo
- Não tem de quê
- Por você ter me ouvido
- Amigo é pra essas coisas
- Tá
- Tome um Cabral
- Sua amizade basta
- Pode faltar
- O apreço não tem preço, eu vivo ao Deus dará.
É, pessoal... Como passa o tempo, não? Hoje faz exatamente
555 dias que fiquei longe do Blogger. Admito: fiquei chocado com a
ascensão do nazifascismo. E tenho-me transformado cada vez mais no
Ubaldo, o paranoico, personagem do saudoso Henfil. Assusta-me esse
enorme retrocesso por que passa o país, e a crescente perda de direitos e da
liberdade. Ver o gado bolsomínion pedir o fechamento do Congresso e do
STF, além da volta do regime militar e do AI-5, lembra-me Pedro Aleixo.
Sim, confesso que tenho medo do guarda da esquina.
Não é de hoje que penso em
voltar. Com a demissão do Marreco de Maringá ficou muito divertido ver a
guerra entre a direita e a extrema-direita. Assunto é que não falta
agora.
Na primavera de 2018 perdi muitos
amigos no Facebook. Não eram propriamente amigos, mas gente conhecida,
colegas de profissão e de empresas, pessoas mais ou menos próximas,
reais. Ao mesmo tempo, ganhei seguidores no Twitter, gente que nunca vi
nem conheci, em quantidade muito maior - cerca de vinte vezes mais
"amigos". E no Linkedin tenho destoado daquele comportamento no
estilo neoliberal de Você S/A, deixando claro que não é possível separar
Economia de Política. Dediquei-me também a estudar Computação, a título de hobby,
e tenho publicado esse aprendizado em Linguagens
de Programação. Na empresa, tenho comentado que sou um cabra danado
de sortudo por ter a chance de trabalhar e aprender com um grupo tão
competente.
Nesse meio tempo, voltei a fazer
contato com parentes distantes e antigos colegas, como o James, o Odair e o Zé Roberto,
mesmo tendo claro que o tempo pode ter-nos separado mais do que imaginamos.
Bem, é isso, por ora. A gente
se fala. Ou se lê. Estou voltando. E amigo é para essas
coisas.

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