Sorria, você está sendo manipulado.
Tenho o costume diário de ler, ouvir e ver notícias, mas acabo sendo alvo também dos boatos, espalhados pelos desinformados e por parte da mídia (geralmente, a grande mídia, que tem interesses velados).
Desemprego e escândalo contábil...é no Brasil? #SQN. Confira: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/12/1721582-toshiba-vai-demitir-um-terco-de-seus-funcionarios-e-preve-prejuizo-recorde.shtml.
Aliás, sempre que um desinformado começar com aquele mimimi sobre desemprego, oriente-o a consultar o site Trading Economics:http://www.tradingeconomics.com/country-list/unemployment-rate. O desemprego aumentou no último ano, é verdade. Quase dobrou, saltando de 4,3% no ano passado para 7,9% em outubro. Ainda assim o desemprego aqui está abaixo da união européia e da zona do euro. Se a nossa situação não está boa neste momento, imagine a de alguns países europeus como França, Eslováquia, Itália, Portugal, Chipre, Croácia, Espanha e Grécia. Informar é educar.
Mas a nota mais engraçada do dia saiu no DCM (Diário do Centro do Mundo): A diferença entre Miss Colômbia e Aécio - Confira em http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-diferenca-entre-miss-colombia-e-aecio-por-nathali-macedo/. Imagens valem mais do que mil palavras.
Agora, falando sério. É importante saber separar o trigo do joio. Não é que a gente desaconselhe as pessoas a lerem o jornal, escutarem o noticiário, e verem o telejornal, mas imagine que o jornal, o noticiário e o telejornal estivessem em uma língua alienígena (isto é, estrangeira, distante, ou exótica - como os generais gostavam de dizer). Adiantaria? Sem ter olhos de ver e ouvidos de ouvir, faria sentido? A maioria das pessoas não curte noticiários e não se interessa por eles porque a maioria simplesmente não os entende. Se o conteúdo da mensagem for desconhecido para a pessoa, simplesmente ela faz ouvidos de mercador, isto é, a mensagem entra por um ouvido e sai pelo outro. Bem, talvez se um pedaço da mensagem for subliminar, então vai ficar no subconsciente da pessoa como um mecanismo que vai começar a trabalhar assim que receber um sinal externo. É como uma hipnose. A parte inteligível da mensagem, que a pessoa entende, geralmente também é uma manipulação. Exemplo: a pessoa ouve alguma coisa que não aceita e fica irritada, revoltada. Mas este pode ser o objetivo da mensagem, da notícia, ou melhor, de quem a escolheu ou criou para transmitir. Por isto, não basta o senso comum ao se ler, ouvir ou ver o noticiário. É necessário o senso crítico, e este só é adquirido quando a gente consegue enxergar o quadro completo, a imagem toda (the whole picture), isto é, saber quem cria o conteúdo, quem o transmite, em qual contexto, considerando-se principalmente os pontos de vista histórico e ideológico. Simplificando, conhecer bem o mensageiro faz toda a diferença se quisermos saber se ele está dizendo a verdade ou está mentindo.
Por outro lado, se as pessoas não leem, não ouvem ou não veem as notícias, mas apenas rumores, boatos e fofocas, elas acabam se comportando como os ratos influenciados pelo flautista de Hamelin, como os walking dead, mortos-vivos, zumbis, alienados, birutas, marias-vão-com-as-outras, vaquinhas-de-presépio, teleguiados, hipnotizados, manipulados, de corpo e alma invadidos. Aliás, são perfeitas essas metáforas em The Walking Dead (Robert Kirkman), em Night of the Living Dead (George Romero) e Invasion of the Body Snatchers (Jack Finney).
Desemprego e escândalo contábil...é no Brasil? #SQN. Confira: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/12/1721582-toshiba-vai-demitir-um-terco-de-seus-funcionarios-e-preve-prejuizo-recorde.shtml.
Aliás, sempre que um desinformado começar com aquele mimimi sobre desemprego, oriente-o a consultar o site Trading Economics:http://www.tradingeconomics.com/country-list/unemployment-rate. O desemprego aumentou no último ano, é verdade. Quase dobrou, saltando de 4,3% no ano passado para 7,9% em outubro. Ainda assim o desemprego aqui está abaixo da união européia e da zona do euro. Se a nossa situação não está boa neste momento, imagine a de alguns países europeus como França, Eslováquia, Itália, Portugal, Chipre, Croácia, Espanha e Grécia. Informar é educar.
Mas a nota mais engraçada do dia saiu no DCM (Diário do Centro do Mundo): A diferença entre Miss Colômbia e Aécio - Confira em http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-diferenca-entre-miss-colombia-e-aecio-por-nathali-macedo/. Imagens valem mais do que mil palavras.
Agora, falando sério. É importante saber separar o trigo do joio. Não é que a gente desaconselhe as pessoas a lerem o jornal, escutarem o noticiário, e verem o telejornal, mas imagine que o jornal, o noticiário e o telejornal estivessem em uma língua alienígena (isto é, estrangeira, distante, ou exótica - como os generais gostavam de dizer). Adiantaria? Sem ter olhos de ver e ouvidos de ouvir, faria sentido? A maioria das pessoas não curte noticiários e não se interessa por eles porque a maioria simplesmente não os entende. Se o conteúdo da mensagem for desconhecido para a pessoa, simplesmente ela faz ouvidos de mercador, isto é, a mensagem entra por um ouvido e sai pelo outro. Bem, talvez se um pedaço da mensagem for subliminar, então vai ficar no subconsciente da pessoa como um mecanismo que vai começar a trabalhar assim que receber um sinal externo. É como uma hipnose. A parte inteligível da mensagem, que a pessoa entende, geralmente também é uma manipulação. Exemplo: a pessoa ouve alguma coisa que não aceita e fica irritada, revoltada. Mas este pode ser o objetivo da mensagem, da notícia, ou melhor, de quem a escolheu ou criou para transmitir. Por isto, não basta o senso comum ao se ler, ouvir ou ver o noticiário. É necessário o senso crítico, e este só é adquirido quando a gente consegue enxergar o quadro completo, a imagem toda (the whole picture), isto é, saber quem cria o conteúdo, quem o transmite, em qual contexto, considerando-se principalmente os pontos de vista histórico e ideológico. Simplificando, conhecer bem o mensageiro faz toda a diferença se quisermos saber se ele está dizendo a verdade ou está mentindo.
Por outro lado, se as pessoas não leem, não ouvem ou não veem as notícias, mas apenas rumores, boatos e fofocas, elas acabam se comportando como os ratos influenciados pelo flautista de Hamelin, como os walking dead, mortos-vivos, zumbis, alienados, birutas, marias-vão-com-as-outras, vaquinhas-de-presépio, teleguiados, hipnotizados, manipulados, de corpo e alma invadidos. Aliás, são perfeitas essas metáforas em The Walking Dead (Robert Kirkman), em Night of the Living Dead (George Romero) e Invasion of the Body Snatchers (Jack Finney).

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