Código Da Vinci, a TFP e nosso "sim" às armas


Você já deve ter ouvido o provérbio: "O que é que tem a ver o cu com as calças?". Pois é. O que tem a ver uma coisa com a outra? É simples. Eu não ia mencionar. Mas nesse feriadão terminei de ler o "The Da Vinci Code - A Novel" (Doubleday, 2003. Dan Brown). Como já comentei aqui, é um suspense que cita a Opus Dei e o Priorado de Sião, e que estréia na telona ano que vem. Como li no original, estava procurando a tradução de "priory" (priorado), e na Internet, achei uns sites que afirmam que a tal sociedade secreta nunca existiu. A uma certa altura da pesquisa, achei o site da Sociedade Americana para a Defesa da Tradição, Família e Propriedade rejeitando o livro, denunciando o uso da ficção para espalhar o erro, e afirmando que o romance blasfemo ataca brutalmente Nosso Senhor e a Igreja Católica. Bem feito. A gente engoliu o Pato Donald, mas o tiro saiu pela culatra para o colonialismo cultural: os yankees importaram a "nossa" TFP (criada pelo "companheiro" Plínio Corrêa de Oliveira em 1960)! De quebra, notei que eles festejaram a vitória do "não" à proibição do comércio de armas e munições aqui, no artigo "Brazil says NO to gun control".
E eu que achei que não ia ter assunto! Ah, a tal palavra lá do provérbio não tem acento, não, tá? ;-)

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