Lava Jato é Tribunal do Santo Ofício da Inquisição

Apoio logístico da Folha à ditadura militar
Hoje eu vou falar só do folhetim dos Frias, que apoiou a ditadura militar na quartelada de 1964, chamada de “ditabranda” pela Folha.
O editorial de hoje, Nem Dilma nem Temer, propõe que Dilma e Temer devem renunciar já.  Como de costume, o jornalão dissimulado dá uma no cravo e outra na ferradura já que, para variar, seu melhor colunista Janio de Freitas resume a ópera: a Lava Jato é uma operação judicial político-partidário que tem como  alvo os governos do PT e não a corrupção na Petrobras e nas empreiteiras e tampouco a lavagem de dinheiro.  Ao mesmo tempo, o UOL, portal do Grupo Folha, anuncia que documentos indicam grampo ilegal e abusos de Moro na origem da Lava Jato.  Fica evidente que a Lava Jato, como a Mãos Limpas, não tem como objetivo combater a corrupção porque é instrumento espetacular para a tomada do poder sem eleições.
Ficha falsa publicada pela Folha
Ao mesmo tempo Folha e UOL perguntam “quem paga oposição nas ruas? ” e revelam que os movimentos antigoverno não revelam origem e volume de suas receitas.  Citam os movimentos Vem Pra Rua, Revoltados Online e Movimento Brasil Livre, que manipulam os coxinhas walking dead vestidos com a camisa da CBF.  Este último grupo, o MBL, tem conexão com o Charles Koch Institute, os Estudantes pela Liberdade, o Instituto Ordem Livre, o Instituto Liberal e o Instituto Liberdade, conforme tinha revelado a melhor revista semanal CartaCapital e o blog OutrasPalavras.  O modelo deles é a Ku Klux Klan – ver o site da TruthOut, ou seja, tem dinheiro de patrão ianque nesta pataquada.  Por falar nisso, o deputado Paulinho, pelego da Força Sindical e do Solidariedade, já tinha dito que “tem muita gente pra financiar o impeachment” e agora sabemos que existe um caixa 2 de entidades empresariais para financiar o golpe, assim como fizeram com a OBAN (Operação Bandeirante) nos anos 70.  A FIESP e federações industriais de outros estados estão financiando o golpe jurídico-parlamentar-midiático.  Aliás, o pato amarelo do Skaf é plágio da obra de um artista holandês e fica então a pergunta: quem vai pagar o plágio?
Ontem a Folha mostrou que o grupo de ultradireita Movimento Endireita Brasil de Ricardo Salles, ex-secretário do santo governador Geraldo Alckmin (Picolé de Chuchu, da Opus Dei) ofereceu mil reais a quem filmasse e hostilizasse Ciro Gomes em um restaurante.  O próprio filho de Ciro Gomes fez a filmagem!
Resumidamente: a direita está desesperada porque #NãoVaiTerGolpe.
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