sábado, fevereiro 13, 2016

Direita compra a mídia vendida

Em minha leitura diária dos portais dos jornalões e dos 'blogs sujos', encontrei essa pérola de exemplo de como o governador Picolé de Chuchu, da Opus Dei, compra a mídia literalmente vendida para ser bem avaliado: 

Alckmin usou R$ 3,37 mi da Educação em assinaturas de jornais e revistas 'dos amigos' 

Claro que esta notícia jamais sairia na Folha, no Estadão, na Veja (Abril) ou na Época (Globo). Conforme o padre Lancellotti, da Pastoral da Rua, “hoje não tem nada mais indecente do que nossa imprensa. É elogio dizer que nossa imprensa é burguesa, não qualifica precisamente. A nossa imprensa é prostituta”.

Além da mídia, os tucanos também estão comprando votos dentro do próprio partido.  Ontem saiu a notícia de que o candidato do Picolé à Prefeitura, João Doria, o muso do 'cansei' (lembra?), está sendo acusado de comprar cabos eleitorais (mercenários pagos): TUCANO ACUSA DORIA DE PAGAR MENSALÃO EM SP 
No fundo o que está havendo no seio da direita é uma luta fratricida pela escolha do candidato à Prefeitura.   De um lado, Picolé e Doria; de outro, José 'Bolinha de Papel' Serra e seu apoiado, o fascista higienista Andrea Matarazzo (que já ganhou o apoio do Farol de Alexandria, o único professor aposentado que tem apartamento em Paris).  O objetivo final, claro, é 2018.  Se o vampiro emplacar o prefeito, a luta fratricida passará do nível estadual porque a batalha será contra o grupo do playboy mineiro.  Aí vai ser uma lavação de roupa suja, como foi em 2009 - quem não se lembra do Pó pará, governador? 

Anota aí a minha premonição: a direita vai perder de novo, não apenas em 2016 como também, e principalmente, em 2018.  Sabe por quê?  O povo não é bobo.  Não me refiro à classe média, ignorante, hipócrita e preconceituosa, mas ao povão mesmo, que tem uma intuição fantástica.  Eu acredito. 

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