domingo, novembro 22, 2015

Mídia golpista nossa de cada dia

A melhor manchete de hoje saiu na Folha: “Ações visam cassar licenças de rádio e TV de 40 congressistas”, citando os "democratas" Aécio Neves (PSDB/MG), Tasso Jereissati (PSDB/CE), José Agripino DEM/RN) e Rubens Bueno (PPS/PR), entre outros. Detalhe: nenhum político do PT.
O Estadão não tem nenhuma novidade além de seus editoriais panfletários no estilo da revista Veja, ambos porta-vozes da direita.
O Globo, assim como o Estadão e a Veja, entende que a “Eleição é oportunidade de mudança na Argentina”.  Estão claramente torcendo pela vitória do candidato conservador Mauricio Macri, o Çerra argentino.  Também revela mais uma vez sua defesa do sionismo, traço comum de nossa grande mídia, ao criticar Caetano Veloso em “A razão da ocupação”.
A QuantoÉ, digo IstoÉ, deixa de lado momentaneamente a causa golpista, compartilhada com a Veja e a Época, e se ocupa do “terror islâmico”.  A Época, cada vez mais parecida com a Caras, faz o mesmo. A mídia golpista está pensando duas vezes antes de espalhar suas mentiras. É a Lei do Direito de Resposta, tão hostilizada pela mídia, dando os primeiros resultados.
A CartaCapital continua sendo a única revista semanal que vale a pena ler. São imperdíveis as matérias “Simone de Beauvoir e a imbecilidade sem limites de Feliciano e Gentili” e “Cunhas, Felicianos e Bolsonaros são inquisidores da atualidade”, sobre os ídolos dos retardados online.
Mas o melhor da semana ficou por conta do blog Sacizento: “Brasil vai exportar 1 milhão de jegues e Revista Veja teme ficar sem seus leitores”.
Leitores da Veja

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