Nossos Hóspedes Malditos

“Resident Evil” se refere a 4 filmes escritos pelo inglês Paul W.S. Anderson, fã de Ridley Scott e James Cameron. A seqüência toda é baseada no videogame homônimo, também conhecido por “Biohazard”, que Shinji Mikami dirigiu em 1996, para o PlayStation. Aliás, Mikami dirigiu também uma versão em 2002 e outra em 2005 (“Resident Evil 4”, um dos melhores videogames, para PS2 e GameCube). Claro, a estória toda deve ter começado com os seguintes filmes:
  • “O Terror Veio do Espaço” (The Day of the Triffids, 1962, Steve Sokely),
  • “A Noite dos Mortos Vivos” (Night of the Living Dead, 1968, George Romero), e
  • “Zombie – O Despertar dos Mortos” (Dawn of the Dead, 1978, George Romero).
Em 2002, Danny Boyle, outro inglês, dirigiu “Extermínio” (28 Days Later, e Paul Anderson iniciou sua série:
  • “Resident Evil – O Hóspede Maldito” (Resident Evil, 2002, Paul W.S. Anderson),
  • “Resident Evil 2 – Apocalipse” (Resident Evil: Apocalypse, 2004, Alexander Witt),
  • “Resident Evil 3 – Extinção” (Resident Evil: Extinction, 2007, Russel Mulcahy), e
  • “Resident Evil 4 - Recomeço” (Resident Evil: Afterlife, 2010, Paul W.S. Anderson).
Em todos eles, inclusive em “Resident Evil 5 - Retribuição” (Resident Evil : Retribution), que estréia esse ano, a heroína Alice é interpretada pela atriz principal, a ucraniana Milla Jovovich, esposa do próprio Paul Anderson. Ela também foi personagem principal de “O Quinto Elemento” (The Fifth Element, 1997, Luc Besson).
Vale lembrar “The Walking Dead”, que está no finzinho de sua segunda (e última?) temporada, e também aborda a mesma temática. Aliás foi adaptada de graphic novels para a TV pelo ótimo Frank Darabont (de “Um Sonho de Liberdade” e “À Espera de um Milagre”).
Sem dúvida, não podia deixar de lembrar a versão tupiniquim, estrelada por Tasso Jereissati, Arthur Virgílio, Heráclito Fortes, Mão Santa, Joaquim Roriz, José Roberto Arruda, Rita Camata, Marco Maciel, Efraim Moraes, Yeda Crusius, César Maia, entre outros expoentes da direita nau sem rumo, além, é claro, do vampiro (Zé “Çerra” Chirico). Foi divertido vê-los sem mandato, mas cuidado! Vai ser necessário muito alho e crucifixo para que eles não voltem em outubro e em 2014.

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