quarta-feira, março 23, 2011

Farewell, Liz

Hoje o cinema perdeu uma de suas grandes damas, Elisabeth Taylor.  Belíssima, com aqueles olhos violetas, do tempo em que o talento prevalecia sobre a beleza - ao contrário de hoje, quando qualquer rostinho bonito e qualquer modelo vira "atriz" de uma hora para outra, mesmo que nem saiba falar.  Confesso que não vi muitos filmes dela, mas admiro "Um Lugar ao Sol" (A Place in the Sun, 1951) e "Assim Caminha a Humanidade" (Giant, 1956), ambos do George Stevens.  Neles, Liz atua respectivamente ao lado de Montgomery Clift e Rock Hudson.
A crítica destaca como seus melhores filmes: "Gata em Teto de Zinco Quente" (Cat on a Hot Tin Roof, 1958, Richard Brooks) e "Quem Tem Medo de Virginia Woolf" (Who's Afraid of Virginia Woolf?,1966, Mike Nichols).  Vou tentar vê-los, mas tenho a certeza que já posso recomendá-los para quem gosta de cinema.  Entenda cinema não exatamente como sendo aquelas salas de projeção em shopping centers onde a moçada assiste, comendo pipoca e tomando Coca-Cola, a blockbusters cheios de efeitos especiais e sem conteúdo.  Refiro-me à invenção dos irmãos Lumière, a sétima arte.


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