Um paulistano na Guanabara

O Rio de Janeiro continua lindo. Claro, Gilberto Gil se referia à zona sul. Ontem fui ao centro, depois do trabalho. Mais exatamente, à Cinelândia. Tomar um chope no Amarelinho. Dali se vê prédios turística e arquitetonicamente interessantes, como a Câmara de Vereadores, o Teatro Municipal, o Museu Nacional de Belas Artes e a Biblioteca Nacional. Pena que estou a trabalho, sem tempo de rever o Rio na condição de turista. Mesmo assim, como tenho ido a diversos clientes espalhados pela região, tenho visto de passagem diversos pontos de interesse turístico. Disse “de passagem” porque tenho dirigido pela cidade. E até que, para um paulistano, bem. Como me disseram aqui, andar pelo Rio é fácil. Com a Avenida Brasil e os corredores Linha Amarela e Linha Vermelha, que são vias expressas, você vai a qualquer parte da cidade. Confirmei isto na prática, e achei muito mais simples do que dirigir em São Paulo. Não pude deixar de notar também a construção de teleféricos em morros envoltos por favelas, a exemplo da Colômbia, que em paralelo à criação das unidades de polícia pacificadora, faz parte do plano do governo para recuperar as áreas perdidas para o tráfico. É um novo tempo. Bom para o Rio. E bom para o país.

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