sábado, agosto 18, 2007

Piauí é Brasil

Paulo Zottolo, o "cansado" presidente da Phillips do Brasil, afirmou em entrevista ao jornal Valor Econômico que "não se pode pensar que o país é um Piauí, no sentido de que tanto faz quanto tanto fez. Se o Piauí deixar de existir ninguém vai ficar chateado".
Em Teresina, estudantes quebraram produtos da Phillips cantando o hino do Piauí e mostrando a bandeira do estado.
Em Porto Alegre, alguns manifestantes "cansados" tornaram a lembrança da tragédia do vôo 3054 da TAM em um ato político cantando o hino do Rio Grande do Sul e mostrando a bandeira do estado.
Talvez seja interessante pesquisar na Internet sobre a gênese do nazismo e do fascismo. Será que estamos em fase pré-nazifascista? As circunstâncias históricas seriam semelhantes ao que vemos hoje?
Não lembro do hino do meu estado e raramente vejo a bandeira paulista. Embora tenha tido aulas de "Educação Moral e Cívica" no ginásio, não sei dizer se lembro de cor toda a letra do hino nacional. Acho fascista esse negócio de símbolos da pátria. Prefiro este trecho da canção Imagine do John Lennon: "Imagine there’s no countries. It isn’t hard to do. Nothing to kill or die for. And no religion too. Imagine all the people living life in peace". Contudo, admito que não tenho vergonha de ser brasileiro, e tenho repúdio a qualquer movimento separatista.
Cito a questão do separatismo por ver na rede gente pregando a fragmentação do país. Se você pesquisar um pouco, verá excrecências como: Liga de Defesa Paulista, Força de Libertação Paulista, Movimento O Sul é o Meu País, Movimento Pátria Rio Grande e Partido da República Farroupilha. Para mim, os dois Rio Grande (o sulista e o nordestino) fazem parte do pais. Ao contrário dos separatistas, prefiro a participação e a inclusão.

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