domingo, julho 29, 2007

Cartas de Iwo Jima

Depois de obras-primas como "Os Imperdoáveis" (Unforgiven, 1992), "Sobre Meninos e Lobos" (Mystic River, 2003) e "Menina de Ouro" (Million Dollar Baby, 2004), Clint Eastwood dirigiu (simultâneamente!) em 2006 dois filmes com visões contrárias sobre a Batalha de Iwo Jima, que ocorreu em 1945, na Segunda Guerra Mundial, entre Estados Unidos e Japão. Os filmes são respectivamente: "A Conquista da Honra" (Flags of Our Fathers), sob o ponto de vista americano, e "Cartas de Iwo Jima" (Letters from Iwo Jima), sob o ponto de vista japonês. Ambos foram produzidos pelo próprio Eastwood junto com Steven Spielberg e Robert Lorenz. "Cartas de Iwo Jima" é considerado o melhor e foi o que vi semana passada. Vou ver o outro também para conferir. De qualquer forma, Eastwood é ótimo diretor, produtor, ator e até mesmo escritor e compositor.


Por falar em cinema, esta semana nós perdemos dois diretores geniais: Ingmar Bergman e Michelangelo Antonioni. Do Bergman, vi os ótimos "Sonata de Outono" (1978), "Fanny e Alexander" (1982), "Gritos e Susurros" (1972), "Morangos Silvestres" (1957) e "Cenas de um Casamento" (1973), e não lembro se vi "O Sétimo Selo" (1957). Os temas preferidos do Bergman eram a morte, a solidão e a fé. Mas veja mais detalhes no link que coloquei no nome dele.
Do Antonioni lembro apenas de "Blow Up - Depois Daquele Beijo" (1966) e "Zabriskie Point" (1970). Talvez tenha visto mais alguns, mas lembro apenas que os filmes dele eram meio parados e constrastavam forma (as coisas bonitas que os ricos podem ter) e conteúdo (o vazio e a alienação dos ricos). Ou seja, nada têm a ver com os filmes de Hollywood. Veja apenas se for cinéfilo. Se gostar e isto persistir, consulte um psiquiatra.

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