Pearl Harbor

Ontem vi "A um Passo da Eternidade" (From Here to Eternity, 1953, Fred Zinnemann), filme muito melhor do que o caríssimo "Pearl Harbor" (Pearl Harbor, 2001, Michael Bay), sobre o ataque japonês a Pearl Harbor em 7 de dezembro de 1941. Não enfoca propriamente o ataque, já que se trata mais de um drama romântico do que um filme de guerra. Talvez o melhor filme de guerra sobre esse ataque seja o "Tora! Tora! Tora!" (Tora! Tora! Tora!, 1970, Kinji Fukasaku e Richard Fleischer). O destaque de "A um Passo da Eternidade" é seu elenco: Burt Lancaster, Deborah Kerr, Montgomery Clift (o padre Logan de I Confess, 1953, Hitchcock), Donna Reed, Frank Sinatra (considerado o maior cantor do século 20), Ernest Borgnine, Jack Warden e George Reeves, o Clark Kent do seriado de TV "As Aventuras do Super-Homem" (Adventures of Superman, 1952-1958, Thomas Carr e outros). Exemplo de que nem sempre o filme mais novo é melhor. Ah, sim, o filme mais novo geralmente tem mais efeitos especiais e muito mais dólares envolvidos.

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