sábado, julho 16, 2005

O crime era quase perfeito


Refiro-me a "Disque M para Matar" (Dial M for Murder, 1954), baseado na peça teatral de Frederick Knott (que também fez o roteiro). O mestre Hitchcock é facilmente visto logo no começo, em uma fotografia. O ex-tenista profissional Tony (Ray Milland) planeja matar sua bela mulher, Margot (Grace Kelly), que usa roupas em cores vivas no início do filme, e que vão escurecendo aos poucos até o final. Caso sua trama funcionasse, Tony teria se vingado de uma traição e ficaria com todo o dinheiro da esposa. Quando as coisas dão errado, ele improvisa um plano B. O final é um pouco chato. Mas é cinema. É Hitchcock.

Nenhum comentário:

Mídia golpista hoje

Domingo é dia de folhear os jornalões e tentar entender o que a máfia dos barões da mídia está querendo que a gente acredite. O Globo, en...