Nunca houve uma mulher como Gilda!


De vez em quando a TV exibe filmes que valem a pena ser vistos. É o caso de Gilda (Charles Vidor, 1946). Li na seção de programação da televisão, no jornal, que ia passar de madrugada na Globo e pus para gravar. Valeu a pena. É um belo filme, mistura de film-noir, drama e suspense. Lembra Notorius (Alfred Hitchcock, 1946) e Casablanca (Michael Curtiz, 1942). Aborda a paranóia americana de criminosos de guerra nazistas que escaparam e assumiram novas identidades na América do Sul. Gilda (Rita Hayworth) é esposa do dono de um cassino em Buenos Aires, Ballin Mundson (George Macready). O problema começa quando ela é apresentada ao novo gerente do cassino, Johnny Farrel (Glenn Ford). A partir daí, tensão e muito erotismo. Rita Hayworth está lindíssima e sensualíssima. Inesquecível a cena do striptease em que ela tira somente as luvas, cantando "Put the blame on Mame". Único defeito dessa deusa do amor: ela fuma demais em quase todo o filme. :-(

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