terça-feira, outubro 12, 2004

Brotas, quem diria?


Sábado passado fui para Brotas (260 km de São Paulo) pensando apenas em ver parques, cachoeiras, piscinas naturais, fazer passeios tranqüilos, ecoturismo. Que nada! Apesar de já ter dito que dessa água não beberia, acabei experimentando os esportes de aventura. Quem diria? A cada vez que marcava uma atividade, era uma apreensão só até a hora H. Aí, medo. Depois e durante, adrenalina. Assim foi com o arborismo, a tirolesa, o rafting e até o cascading ou canyoning (descida de cachoeira com técnica de rappel)! Também valeu a pena ver a "areia que canta" e o planetário. Fica registrada aqui essa dica para um feriado prolongado.
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Pra falar a verdade, estava pensando em não fazer o cascading, por medo. Mas aí achei melhor ouvir as instruções do guia antes de tomar a decisão. Fiquei convencido que é seguro e escolhi fazer. Escolhi desafiar o medo. E me senti bem quando consegui. Mas não quis provar nada, nem a mim mesmo, nem a ninguém. Se tivesse escolhido não fazer o cascading, acho que tudo estaria bem também. Não foi uma grande questão. Cheguei a pensar que o tinha feito para aumentar minha auto-estima. Pode ser. Nesse caso, porque estaria precisando? Será que se tivesse desistido, estaria com a auto-estima mais baixa? Não sei. Acho que não, ou prefiro achar que não. Provavelmente teria colocado um ponto final no assunto, e esquecido. Se fosse assim, ótimo. O importante teria sido fazer a escolha, qualquer que fosse ela. E com maturidade, para não ficar arrependido depois, caso tivesse optado pela desistência.
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